Ilha Solteira sedia, pela primeira vez, a Corrida pelo Verde. Patrocinada pela CTG Brasil por meio da Lei de Incentivo ao Esporte (LIE), é realizada pela Associação Paraolímpica de Campinas (APC) e conta com o apoio da Prefeitura Municipal.

 A 4ª etapa do evento ocorrerá em Ilha Solteira no domingo, 5 de agosto, com largada às 9h da Praça dos Paiaguás. As inscrições podem ser feitas a partir do dia 9 de julho, exclusivamente pelo site www.corridapeloverde.com.br. Há 3 mil vagas disponíveis: 2 mil para a corrida (4 km e 8 km), e mil para a caminhada (4 km). A participação é gratuita e aberta a crianças, adolescentes, adultos, idosos e pessoas com deficiência.

 Os participantes inscritos receberão gymbag, número de peito, camisa do evento, um chip eletrônico (que cronometra automaticamente o tempo individual do atleta) e medalhas. Os três primeiros colocados nas categorias gerais de 4 km e 8 km feminino e masculino serão premiados com troféus. A retirada dos kits será no sábado, dia 4 de agosto, das 10h às 16h, no Paço Municipal (Praça dos Paiaguás, 86). Na ocasião, os participantes poderão doar 1 kg de alimento não perecível. A arrecadação será destinada para instituições locais.

 De acordo com o diretor da APC, Robson Panobianco, a Corrida Pelo Verde promove a prática esportiva, mas também com o foco ambiental. “O objetivo é conscientizar as pessoas sobre a importância da preservação do meio ambiente”, diz.

 Por conta disso, o evento será abastecido por energia solar gerada a partir de um veículo adaptado com placas fotovoltaicas que estará estacionado no local das provas.

 Para a diretora de Marca, Comunicação e Sustentabilidade da CTG Brasil, Salete Viana da Hora, o projeto vai ao encontro dos valores da empresa patrocinadora, que produz energia limpa com investimentos em 17 hidrelétricas e 11 parques eólicos, em 10 estados brasileiros. “Apoiamos iniciativas comprometidas com o meio ambiente e o bem-estar das pessoas. O projeto Corrida pelo Verde, assim como outros patrocinados pela CTG Brasil na região, é também uma forma de nos relacionarmos com as comunidades vizinhas da hidrelétrica Ilha Solteira”, comenta.